Desbravando territórios
Dia 26 de Agosto, terceira aula de Mídia e poder; mais uma vez nos deparamos com assuntos atuais que modificam e delineiam novos territórios no nosso Planeta Mídia. Como não poderia deixar de ser o assunto inicial é o novo fenômeno que atende pelo nome ( próprio, quem diria...) de Orkut. Criado por um funcionário do Google, nome que dispensa apresentações, o site de relacionamento se transformou em febre, principalmente no Brasil onde cerca de 20 milhões de pessoas compartilham e trocam
informações, recados, depoimentos, fazem e reencontram amigos, enfim, têm um vida virtual muitas vezes mais intensa do que a real. Dentro dessa realidade alternativa em que vivemos ( sim, eu também tenho orkut), muitas vezes nos esquecemos de que a vida se passa muito além da tela do PC. " Mapa não é território". Essa frase dita em aula me faz pensar na importância das teorias e na importância de não se ater somente à elas. Conhecer o caminho não é o mesmo que trilhá-lo. Mapear um território é muito diferente de desbravá-lo. Cada curva, cada planta, cada pedra fazem parte do meio e muitas vezes não estão no mapa. Assim é a vida, cheia de curvas, pedras, flôres, atalhos. Sou uma entusiasta das novas mídias, na realidade aprendi a ser, até os meus 20 anos não tinha idéia do que era um site, hoje, bom, até escrevo um blog!! (rsrs). Mas apesar do meu entusiasmo e de ser, como já disse, "cria da mídia", não deixo de olhar nos olhos, de bater papo no telefone ou no boteco da esquina; não me esqueço de aparecer, para um beijo estalado ou um café; não me acostumo com a saudade do contato, do cheiro, do afago. E acredito que assim deva ser. Adoro olhar os mapas, mas sou mochileira fanática nos territórios do afeto.
Dia 26 de Agosto, terceira aula de Mídia e poder; mais uma vez nos deparamos com assuntos atuais que modificam e delineiam novos territórios no nosso Planeta Mídia. Como não poderia deixar de ser o assunto inicial é o novo fenômeno que atende pelo nome ( próprio, quem diria...) de Orkut. Criado por um funcionário do Google, nome que dispensa apresentações, o site de relacionamento se transformou em febre, principalmente no Brasil onde cerca de 20 milhões de pessoas compartilham e trocam
informações, recados, depoimentos, fazem e reencontram amigos, enfim, têm um vida virtual muitas vezes mais intensa do que a real. Dentro dessa realidade alternativa em que vivemos ( sim, eu também tenho orkut), muitas vezes nos esquecemos de que a vida se passa muito além da tela do PC. " Mapa não é território". Essa frase dita em aula me faz pensar na importância das teorias e na importância de não se ater somente à elas. Conhecer o caminho não é o mesmo que trilhá-lo. Mapear um território é muito diferente de desbravá-lo. Cada curva, cada planta, cada pedra fazem parte do meio e muitas vezes não estão no mapa. Assim é a vida, cheia de curvas, pedras, flôres, atalhos. Sou uma entusiasta das novas mídias, na realidade aprendi a ser, até os meus 20 anos não tinha idéia do que era um site, hoje, bom, até escrevo um blog!! (rsrs). Mas apesar do meu entusiasmo e de ser, como já disse, "cria da mídia", não deixo de olhar nos olhos, de bater papo no telefone ou no boteco da esquina; não me esqueço de aparecer, para um beijo estalado ou um café; não me acostumo com a saudade do contato, do cheiro, do afago. E acredito que assim deva ser. Adoro olhar os mapas, mas sou mochileira fanática nos territórios do afeto.
1 Comments:
Falou e disse!
Não tem nada mais valioso que o contato físico.
Em épocas digitais muito se fala em interatividade. Pois existe jeito melhor de interagir que fisicamente?
Ainda não inventaram tecnologia que substitua isso, me desculpem os mais fanáticos.
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